O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deve encerrar seu mandato à frente do Estado com um déficit de R$ 11,3 bilhões em recursos não vinculados, segundo dados do Relatório de Gestão Fiscal enviado ao Tesouro Nacional. Além do rombo orçamentário, Minas Gerais acumula R$ 3,7 bilhões em restos a pagar e uma dívida pública líquida que chega a R$ 187,1 bilhões.
A despesa com pessoal atingiu 48,22% da Receita Corrente Líquida, índice próximo ao limite máximo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Zema deixará o cargo em março para disputar a Presidência da República. Com isso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) assumirá o comando do Estado em meio a um cenário de forte pressão fiscal e desafios para o equilíbrio das contas públicas.

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