Mais uma vez, o governador Romeu Zema demonstra total desprezo pelo patrimônio público e pelos direitos da população mineira. A proposta de privatizar empresas essenciais como a Copasa e a Cemig é um verdadeiro ataque ao interesse coletivo. Essas companhias são estratégicas para o desenvolvimento de Minas Gerais: garantem água, energia e qualidade de vida para milhões de pessoas.
A privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) está avançando significativamente. O governo de Minas Gerais enviou um novo texto à Assembleia Legislativa que visa à venda da estatal como parte da adesão ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). O projeto elimina a necessidade de referendo popular, ou seja, retira da população o direito de decidir sobre o destino da empresa, e mantém apenas um quórum qualificado de 3/5 para aprovação pelos deputados.
A estimativa é que a privatização custe cerca de R$ 4 bilhões, e o governo pretende usar esses recursos para amortizar a dívida do estado com a União. A discussão está em andamento e, segundo analistas políticos, há uma forte articulação para que a proposta seja aprovada em breve.
Privatizar significa entregar o que é do povo às mãos do lucro privado, e a história mostra o resultado: tarifas mais caras, serviços piores e demissões em massa. Basta ver o que ocorreu em outros estados e países — quando o interesse empresarial se sobrepõe ao bem público, quem paga a conta é sempre o cidadão comum.
Zema tenta justificar a medida com discursos de “eficiência” e “modernização”, mas o que está em jogo é a venda do patrimônio mineiro construído ao longo de décadas com o esforço da população. É inadmissível que um governo trate bens públicos como mercadoria. Minas Gerais precisa de investimento, sim: mas com gestão responsável e comprometida com o povo, não com a entrega de suas riquezas a grupos privados.
Privatizar Copasa e Cemig é trair o povo mineiro.
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Reflitam sobre essa postagem abaixo:
“Sabe pq a baleia esta em extinção e a vaca não.
A vaca gera lucro porque é um animal privatizado e de propriedade privada, o que significa que um fazendeiro tem incentivo econômico para cuidá-la e explorá-la para a produção de carne e leite. Já a baleia, como um animal de propriedade pública que vive em águas compartilhadas, não tem um dono específico, o que historicamente resultou em caça predatória sem incentivo para conservação e gerenciamento sustentável.
Vaca: propriedade privada e lucro
Dono definido: A vaca pertence a um indivíduo ou empresa (fazendeiro), que investe em tecnologia e cuidado para maximizar a produção de leite e carne, gerando lucro.
Exploração para o mercado: A vaca é criada com o objetivo de ser um produto de mercado, garantindo seu valor econômico.
Cuidado e preservação: A existência de um dono incentiva a preservação e a criação para garantir o futuro da produção.
Baleia: propriedade pública e risco de extinção
Falta de dono: Por viver em águas públicas e não ter um dono específico, não existe um incentivo econômico direto para que um único indivíduo ou grupo a proteja ou gerencie de forma sustentável.
Caça predatória: A ausência de controle e a exploração indiscriminada para obter produtos como óleo e carne levaram a uma caça predatória que quase extinguiu a espécie.
Risco de extinção: A falta de um sistema de gestão e proteção para os recursos que pertencem a todos contribuiu para a ameaça de extinção das baleias”.