Nossa Senhora das Dores se tornou Padroeira por volta de 1.872

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Nossa Senhora das Dores ou Mater Dolorosa (Mãe Dolorosa) é um dos vários títulos que a Virgem Maria recebeu ao longo da história. Este título em particular refere-se às sete dores que Nossa Senhora sofreu ao longo de sua vida terrestre, principalmente nos momentos da Paixão de Cristo. Registros apontam que Nossa Senhora das Dores foi escolhida pelos moradores do povoado do Patusca, hoje Dores de Campos, como sua Padroeira, por volta do ano de 1872, há quase 150 anos. e a primeira imagem doada para a Capela, onde hoje está construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, foi por iniciativa do pradense Manoel Gonçalves no ano de 1.877. A Paróquia de Nossa Senhora das Dores foi criada de forma oficial, no dia 15 de agosto de 1.910 há 111 anos.                       

Nossa Senhora das Dores no mundo

O culto a Nossa Senhora das Dores iniciou-se no ano 1221 no Mosteiro de Schönau, na então Germânia, hoje, Alemanha. A festa de Nossa Senhora das Dores como hoje a conhecemos, celebrada em 15 de setembro, teve início em Florença, na Itália, no ano de 1239 através da Ordem dos Servos de Maria, uma ordem profundamente mariana.

As sete dores de Nossa Senhora

1.       A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)

2.       A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);

3.       O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);

4.       O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);

5.       O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);

6.       Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);

7.       O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).

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