Editorial: Pré-candidatura de Romeu Zema não empolga e fracassa

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A possível candidatura do governador de Romeu Zema à Presidência da República parece não conseguir empolgar nem mesmo os mineiros. O que se vê é uma tentativa de projeção nacional sem o entusiasmo popular que normalmente acompanha nomes competitivos na corrida pelo Palácio do Planalto. Em Minas Gerais, estado que deveria ser sua principal vitrine política, o sentimento é de frieza. Falta carisma, falta articulação e, principalmente, falta conexão popular. Zema até conseguiu construir uma imagem de gestor técnico ao longo dos anos, mas isso não foi suficiente para transformá-lo em liderança nacional de peso.

Enquanto outros pré-candidatos movimentam multidões, criam debates e ocupam espaço político com força, a pré-campanha de Zema parece caminhar sem rumo e sem combustível. Nem mesmo setores tradicionais da direita demonstram empolgação real com seu nome. Muitos enxergam a candidatura mais como um projeto pessoal e partidário do que como um movimento capaz de unir o eleitorado.

A verdade é que, até agora, a candidatura de Romeu Zema à Presidência passa uma imagem de fracasso político antecipado: pouca mobilização, baixa repercussão e nenhuma grande onda de apoio popular. Em vez de crescer nacionalmente, o governador parece enfrentar dificuldades até para consolidar unanimidade dentro de Minas Gerais. Na política, quem quer chegar ao topo precisa despertar esperança, liderança e entusiasmo. E isso, pelo menos até o momento, a possível candidatura de Romeu Zema simplesmente não conseguiu transmitir.

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