Regionalização da saúde, uma derrota do povo de Minas Gerais

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A política de regionalização da saúde em Minas Gerais tem sido alvo de críticas de gestores e moradores de pequenos municípios, que apontam dificuldades no acesso a serviços essenciais. Para muitos, o modelo tem se tornado uma derrota para o povo mineiro, especialmente para quem vive em cidades menores e depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em muitas localidades de menor porte, moradores precisam viajar longas distâncias para realizar consultas, exames e procedimentos que antes poderiam ser feitos mais perto de casa. A situação tem gerado aumento nos custos com transporte sanitário, desgaste para pacientes e familiares, além de atrasos no atendimento.

Prefeituras também relatam sobrecarga financeira e dificuldade para manter a assistência diante de um modelo que, segundo críticos, enfraquece a estrutura local de saúde. Entre as principais reclamações está o impacto direto sobre os cofres municipais, que acabam assumindo despesas maiores com deslocamentos, apoio logístico e manutenção do atendimento básico.

Críticos da gestão estadual afirmam que a condução da política precisa ser revista para evitar que municípios menores sejam ainda mais pressionados. A cobrança é por mais diálogo, investimentos proporcionais e soluções que garantam acesso digno à saúde sem ampliar desigualdades regionais.

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