Na Semana Santa, muita gente veste a melhor versão de si. Reza, participa, se emociona e parece, por alguns dias, ter encontrado o verdadeiro sentido da fé. Mas basta a rotina voltar para que a mudança desapareça como se nunca tivesse existido. A imagem escancara esse contraste: de um lado, a aparência serena de quem ora e demonstra devoção; do outro, a mesma pessoa, entregue à fofoca, ao julgamento e às maldades do dia a dia.
É a fé que se limita ao momento: bonita por fora, vazia por dentro. Não adianta encenar bondade na Semana Santa e, no resto do tempo, alimentar intrigas e ferir os outros com atos e palavras. A verdadeira transformação não acontece no altar, mas nas atitudes quando ninguém está olhando. Porque, no fim, não é sobre parecer bom durante alguns dias. É sobre ser, de verdade, todos os dias. Pense nisso!

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