Um relato publicado nas redes sociais da dorense Ingrid Larissa nos últimos dias, chamou a atenção ao comparar diferentes realidades do atendimento em saúde e reforçar a importância da estrutura existente em Minas Gerais, especialmente em Dores de Campos e no Hospital de Barroso. Segundo o depoimento, a vivência de uma situação difícil levou a autora a refletir sobre a saúde pública local. Ela destaca que, muitas vezes, a população reclama do tempo de espera para atendimentos ou da demora de ambulâncias, sem considerar que diversos chamados podem estar ocorrendo simultaneamente no município.
No entanto, ao enfrentar uma emergência fora de sua cidade, em Guarapari, no Espírito Santo, a realidade encontrada foi bem diferente. De acordo com o relato, não havia ambulância disponível para o atendimento, o que obrigou a família a se deslocar por conta própria, sem conhecer a região, em busca de uma unidade de saúde. Mesmo assim, enfrentaram dificuldades, já que nem todos os hospitais realizam atendimento de emergência em sistema de “porta aberta”.
A experiência evidenciou ainda a limitação de recursos em Guarapari, um município turístico que recebe grande fluxo de visitantes ao longo do ano, mas que, segundo o relato, conta com apenas duas ambulâncias para atender tanto a população local quanto os turistas. Diante dessa comparação, o depoimento exalta o atendimento prestado em Dores de Campos e ressalta a importância do Hospital de Barroso, reconhecendo o empenho dos profissionais de saúde e a estrutura disponível, que muitas vezes só é plenamente valorizada quando comparada a outras realidades.
O relato reforça a necessidade de mais empatia e compreensão por parte da população, além da valorização constante da saúde em Dores de Campos e do Hospital de Barroso, bem como do reconhecimento ao trabalho diário dos profissionais que atuam na linha de frente, garantindo atendimento mesmo diante de desafios e limitações.

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