Suspeitos de sonegar R$ 1 milhão estão tirando imóveis do nome

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Com absoluta exclusividade a nossa reportagem apurou nesta segunda-feira (02) que os auditores da Receita Estadual de Minas Gerais estão próximos de concluir as investigações de um esquema que teria sonegado mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos em Dores de Campos. Apuramos ainda, que existem pelo menos cinco empresas fantasmas que estariam emitindo notas fiscais há pelo menos três anos. Os auditores também já sabem que alguns suspeitos estão repassando seus bens para o nome de familiares ou laranjas “com medo” das ações que serão colocadas em prática pela Receita Estadual com o apoio do Ministério Público. “Temos tudo catalogado. O Ministério Público tem acompanhado caso a caso e essas manobras de transferir imóveis não terá qualquer efeito”, destacou um auditor que está participando das investigações.

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2 Comentários

  1. As informações que envolvem o CPF e CNPJ são cruzadas através de obrigações acessórias com: cartórios, DETRANs, bancos e empresas. Esse cruzamento de dados pesquisa terrenos, casas, apartamentos e outros imóveis, além de registros de veículos, motos e barcos, movimentações de cartões de crédito, débito, aplicações e financiamentos.
    Com as empresas, além das operações rastreadas, como a folha de pagamento, também são checadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços devido à Nota Fiscal Eletrônica. A verdade é que é a NFe pode até ser fria, mas o cruzamento de dados já é uma realidade e com mais ou menos dia a sonegação é descoberta.

  2. Leonardo Magalhães

    Grande análise esta do Erivelton.

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