Presidente do PT dorense, comenta a saída da Presidente

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Não gosto de ficar postando comentários e não tenho tempo para isto, mas as vezes temos que colocar para fora o que estamos sentindo. Diante dos acontecimentos que estamos vivendo em nosso País, como militante de esquerda não poderia deixar de comentar o retrocesso que nosso País está vivendo.

Em primeiro lugar sou contra a corrupção e quero que os corruptos paguem a sociedade pelos erros que cometeram. Dilma cometeu muitos erros, mas nenhum para que justificasse ser tirada da Presidência, o nome disso é GOLPE.

O jornal o Tempo deste domingo (15), publicou uma entrevista com um integrante do PMDB, que falou claramente que pedaladas foi um pretexto para tirar uma Presidente impopular. O Brasil precisa melhorar sua economia para que voltemos a gerar empregos. Ai vão dizer a Dilma não tem competência para isto…. mas desde sua segunda posse não consegue aprovar as leis para que as condições melhorem, pois vem sofrendo sabotagens dentro do congresso nacional, para chegar ao cenário perfeito para o golpe.

Tenho orgulho de ser petista, pois fomos nós que tiramos o Brasil do mapa da fome, fomos nós que criamos o samu, fomos nós que criamos o ciência sem fronteiras, melhoramos a vida de mais de 40 milhões de pessoas, melhorou nossas estradas,melhorou a vida nos municípios com doação de máquinas, caminhões, ônibus, escolas, quadras poliesportivas, Pronatec, Mais Médicos, ampliou o ensino superior com investimentos em construções e ampliações de novas universidades, FIES, criação da AGU (Advocacia Geral da União), fortalecimento da Polícia Federal, sem engavetador geral da República, fortalecimento no cenário mundial, Minha Casa Minha Vida, etc.

Ainda temos muitos problemas para resolver,cometemos erros,mas nossa Democracia não merecia ser manchada com um golpe,e o pior de tudo é ver que os golpistas estão mais sujos que pau de galinheiro.

Marcos Geovane Celestino Pinto (Marquinhos)

Presidente do PT de Dores de Campos

PTPresidente do PT do dorense, Marquinhos, ao lado do deputado estadual Cristiano Silveira (PT) e do vice-prefeito Itamar Piturrinha (PRB)

13 Comentários

  1. Maria Jose de Freitas

    Governo do PT, pura corrupção e nós estamos pagando.
    Quem defende o governo do PT é igual a eles alguma vantagem tá levando.

  2. Senhor mediador, porquê meu comentário não foi publicado?

    • Porque o sistema detectou que você seria um fake. Outros comentários de sua autoria estão suspensos, até que você informe um número de telefone para contato. Obrigado!

      • Caramba, acho que as pessoas estão vivendo tão fechadas na internet que já nem percebem as abobrinhas que dizem ou que conceituam. Escrevem coisas para ofender e nem percebem as diferenças entre os significados.

        Vejam, fakes, seriam pessoas que assumem a identidade de outro (são falsos). No início, o mundo fake seria alguém pegar um perfil e assumir esta identidade, alguém que de fato existe e que teve sua imagem, seu nome ou mesmo sua página pessoal falsificada. Depois esta denominação ficou mais ampla e as pessoas que queriam anonimato, aderiam ao mundo “fake” e criaram seus perfis que em nada poderiam ser ditos falsificados ou que praticavam falsidade ideológica.

        Estão mais para pseudônimos, forma muito usual, tanto na literatura, como nas artes em geral.
        Temos muitos exemplos desta prática, que não diminuíram o autor por esta opção.

        E não podemos deixar de perceber a diferença entre pseudônimos e heterônimos, alguns se valeram de pseudônimos e outros, devido as diversas características literárias e até mesmo de personalidade, criaram os heterônimos.

        Chico Buarque e seu pseudônimo… Julinho da Adelaide
        Fernando Pessoa e seus heterônimos…..Alberto Caieiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e outros
        Clarice Lispector e seu pseudônimo….Helen Palmer
        Temos cartunistas, jornalistas, cantores e artistas que se valem de pseudônimos para sua vida profissional.

        E alguns com vida pública, preferem as alcunhas! Alcunhas mesmo! Acrescentam ao nome apelidos que são pejorativos para marcarem sua trajetória…. encontramos isto na bandidagem ou na política… “quase” a mesma coisa.

        Do gás, Beira-Mar, Vila Vintém, etc… estes sim, deveríamos menosprezar acusando-os de algo não tolerável, pois demonstram toda pequenez de seus nomes.

        E os apelidos? Estes acho legal e são bem aceitos! Acrescentam ao nome seus apelidos que muitas vezes são a forma familiar de contato. Lula, Xuxa, Pelé e Dunga, são alguns exemplos.

        Depois disto, queria perguntar se tentariam ofender os que se valeram desta prática, acusando-os de fakes, por isto perderam toda credibilidade ou valor?

        Acompanhe a evolução sim, pense como internautas

  3. Apoio e defendo o Partido dos Trabalhadores, pelas conquistas nestes mais de 13 anos de governos.
    Conquistas para a classe trabalhadora com a valorização do salário mínimo, conquistas para as pessoas que sonhavam com a casa própria, conquistas na educação superior, na saúde como samu, farmácia popular,entre outras. Portanto defendo pelo que melhorou na vida das pessoas que mais precisavam de políticas públicas para garantir o minimo de dignidade a pessoa humana.
    Podem até não gostar do PT, isto é democracia, mas o PT foi, é, e será importante para nossa cidade.
    O pouco que está sendo construído, é com recursos do governo do PT, como creche, quadra, escolas.
    Poderia ter conseguido mais, mas a politicagem não deixou.
    Fizemos uma aliança inédita nas ultimas eleições Municipais, fomos vitoriosos, com uma proposta de fazer uma administração eficiente, sem politicagem,visando o bem comum de todo povo dorense.
    Mas na pratica a politicagem prevaleceu e o resultado deste fim de governo mostra que o município pouco avançou em suas demandas….Lamentável.

  4. Foi ou não foi Golpe?
    vc. decide!

    • nao ouve golpe,agradecemos o pt pelas conquistas, mas os condenamos pelos erros cometidos por dilma quem golpeou o pt foi sua propria presidenta, nada mais que isto aconteceu.

    • Não há a menor dúvida que a prática de corrupção significa crime de responsabilidade passível de impedimento de um presidente,porém os julgadores da presidenta Dilma Rousseff não conseguiram apontar sua associação com crimes de corrupção, cuja investigação ela sempre apoiou.

      Uma chave para entender o golpe é o fato de que a presidenta começou a perder popularidade junto ao Congresso quando, desde 2011, se comprometeu a realizar “faxinas” em órgãos públicos. É claro que a delação de Delcídio Amaral não é de todo crível, mas tornou público um ponto de discórdia entre Dilma e Eduardo Cunha que é comentado há anos: em 2011, ela acabou com o controle corrupto que ele tinha sobre diretorias de Furnas e criou um desafeto vingativo. O mesmo aconteceu com o Partido da República (PR) depois da faxina realizada no Ministério do Transportes que tragou o próprio ministro, Senador Alfredo Nascimento.

      Até as pedras sabem que o principal aliado de Temer é o deputado Eduardo Cunha.Foi ele quem acolheu o processo de impeachment no dia 02 de dezembro de 2015, logo depois que os deputados do PT resolveram votar pela abertura de processo contra ele por corrupção explícita, no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

      A chantagem promovida por Eduardo Cunha claramente envolvia apoiar a presidente em troca da interrupção das investigações. Ela e seu ex-Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, porém, nunca buscaram limitar a Operação Lava-Jato, nem mesmo para conter as arbitrariedades óbvias do juiz Sérgio Moro, de procuradores e policiais federais.

      Michel Temer, Aécio Neves, Agripino Maia, Romero Jucá, Antonio Anastasia e tantos outros oposicionistas são citados na Operação Lava-Jato, como Cunha e, agora, Nardes. A lista da Odebrecht, que Sergio Moro convenientemente se recusou a investigar, implica quase metade do Congresso em operações (legais ou ilegais) com a empresa. É exagero dizer que o primeiro objetivo dos políticos que sustentam o golpe contra Dilma é melar as investigações? É coincidência que, diante da iminência da votação do impeachment, Moro afirme que sonha concluir a operação Lava Jato até dezembro de 2016?

      Não é apenas a vingança de Eduardo Cunha e de políticos ameaçados pelo combate à corrupção que tornam ilegítimo o pedido de impeachment. Sua base jurídica é o argumento que havia “previsão” de que a meta de poupança do governo (resultado primário) não seria alcançada em 2015, mas o governo teria autorizado “novos gastos” ao longo do ano, por meio de “créditos suplementares” que redistribuíam recursos entre rubricas orçamentárias já autorizadas. Ironicamente, isso foi feito inclusive a pedido de órgãos do Judiciário e próprio TCU!

      Quanto à suposta “pedalada” de 2015, o atraso (e não a eliminação) do repasse de 3,5 bilhões de reais ao Banco de Brasil para pagamento do Plano Safra está completamente em linha com o padrão histórico para qualquer governo desde a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Foi muito mais do que compensado pelo pagamento de R$72 bilhões de “pedaladas” dos anos anteriores.

      A reinterpretação da LRF é tão arbitrária, e a acusação é tão pueril que, na bela imagem de Juca Kfouri, se assemelham à punição por cartão vermelho em um jogo de futebol por um lateral cobrado com um pé sobre linha. Isto exigiria no máximo uma advertência para ajustamento de conduta, se tanto. Mais 16 governadores deveriam ser acusados do mesmo crime apenas em 2015, assim como o próprio vice-presidente Michel Temer. Nem Lula nem FHC teriam terminado seus mandatos.

      A seletividade da acusação não é seu principal vício. O que é pior é que as contas fiscais de 2015 fecharam dentro da meta autorizada pelo Congresso no dia 31 de dezembro, mas o pedido de impeachment é do dia 02 de dezembro! Como escrevi, é o mesmo dia em que o PT declarou apoiar abertura de investigação sobre as contas no exterior de Eduardo Cunha. As contas do governo em 2015 sequer foram analisadas e julgadas pelo TCU, muito menos pelo Congresso. Com esse pretexto absurdo, o impeachment é, simplemente, um golpe.

  5. Prezado Eduardo, Marcos Geovane e a todos que utilizam o termo “golpe”. Não foi! Houve um processo em que a mais alta Corte do País, o Supremo Tribunal Federal, quando chamado a intervir, o fez respeitando a legislação e a independência dos Poderes; os representantes do povo, através da Câmara dos Deputados e os representantes dos Estados, via Senado Federal, optaram, após muitos e muitos debates, após amplo exercício do contraditório e da ampla defesa, pelo afastamento da atual Presidente da República, após a admissibilidade do processo, referendada por mais de 2/3 da Câmara e mais de 2/3 do Senado, quando, neste, precisava apenas de maioria simples.
    O Brasil não passa por um grande momento, é verdade, e isso não é motivo para impeachment; todavia, fomos devastados por práticas político eleitoreiras nefastas, ao menos nos últimos anos, as quais, deliberada e conscientemente, colocaram em xeque a estabilidade econômica obtida a duras penas a partir do Plano Real. Enquanto Pedro Malan, no governo FHC e Henrique Meirelles, no Governo Lula, estiveram, de alguma forma, comandando a área econômica, soubemos romper os momentos difíceis. Mas Dilma, além de não saber levar a política – coisa que nas mãos de profissionais como Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, corria bem – não foi feliz na escolha de seus auxiliares diretos da área econômica e, indubitavelmente, abriu créditos orçamentários sem autorização do Congresso e tomou emprestado dinheiro de bancos públicos, prática vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Houve, sim, juta causa para o impeachment, sobejamente demonstrada no Parecer do Senador Antônio Augusto Junho Anastasia.

  6. Prezado Eduardo, Marcos Geovane e a todos que utilizam o termo “golpe”. Não foi! Houve um processo em que a mais alta Corte do País, o Supremo Tribunal Federal, quando chamado a intervir, o fez respeitando a legislação e a independência dos Poderes; os representantes do povo, através da Câmara dos Deputados e os representantes dos Estados, via Senado Federal, optaram, após muitos e muitos debates, após amplo exercício do contraditório e da ampla defesa, pelo afastamento da atual Presidente da República, após a admissibilidade do processo, referendada por mais de 2/3 da Câmara e mais de 2/3 do Senado, quando, neste, precisava apenas de maioria simples.
    O Brasil não passa por um grande momento, é verdade, e isso não é motivo para impeachment; todavia, fomos devastados por práticas político eleitoreiras nefastas, ao menos nos últimos anos, as quais, deliberada e conscientemente, colocaram em xeque a estabilidade econômica obtida a duras penas a partir do Plano Real. Enquanto Pedro Malan, no governo FHC e Henrique Meirelles, no Governo Lula, estiveram, de alguma forma, comandando a área econômica, soubemos romper os momentos difíceis. Mas Dilma, além de não saber levar a política – coisa que nas mãos de profissionais como Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, corria bem – não foi feliz na escolha de seus auxiliares diretos da área econômica e, indubitavelmente, abriu créditos orçamentários sem autorização do Congresso e tomou emprestado dinheiro de bancos públicos, prática vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Houve, sim, justa causa para o impeachment, sobejamente demonstrada no Parecer do Senador Antônio Augusto Junho Anastasia.

  7. Willer e Dr.Luciano, O problema maior na minha opinião, é que quem comandou esse afastamento não tinha a menor condição de fazê-lo e quem votou também são tão réus quanto o governo federal. Basta ver quantos deputados e senadores respondem por processo de corrupção, maioria sem dúvida!!!
    Resumindo Temer pedalou e assinou também decretos de suplementação, Cunha Já tinha virado as” casa Bahia “do congresso, recebia propina em 36 parcelas e valores absurdos. FHC Enviava dinheiro público pra sustento de namorada no exterior. Aécio tem problemas com furnas, aeroporto, lei 100 e Renan Calheiros tem pelo menos 10 processos engavetados e parados no STF.
    Outra coisa que não entra na minha cabeça é que se o PMDB, PP E PT recebiam propina da empreiteiras que faziam obras pro governo juntos NAO TINHAM QUE SER PUNIDOS JUNTOS ? porque só PT paga e o PMDB recebe o país de mão beijada! será que é bônus , por ser a peça fundamental e pra não dizer GOLPE mas sem ele essa manobra seria impossível.
    Outra coisa estranha foi não esperar a polícia federal concluir os inquéritos , sendo que estava fazendo um trabalho transparente, prenderam Delcídio e coercitivamente o Lula. sem contar que o congresso simplesmente não trabalhava mais pra aprovar emenda ou projetos do governo Dilma.
    abraço a todos

  8. concordo plenamente com você Eduardo Malta, se é para punir, que seja com todos.

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